HISTÓRIA DOS BAIRROS

27/01/2017

70 anos da Brasilândia

Na década de 40 alguns sítios e chácaras de cana de açúcar foram se transformando em núcleos residenciais na região da Freguesia do Ó e um deles veio formar o bairro de Vila Brasilândia.
Na época, um dos sitiantes, Brasílio Simões, vendeu o seu sítio, onde produzia a Caninha do Ó, para empresa loteadora que criaria ali o loteamento Brasilândia. Por isso, o comerciante teve o um derivado do seu nome empregado na denominação do bairro.
O contrato de compra e venda das terras, assinado em cartório, se deu em 24 de janeiro de 1947, data oficial do aniversário do bairro, que recebeu então grande contingente de migrantes do Nordeste do País, que fugia da seca em seus estados, a partir do final da década de 40, além de famílias vindas do interior do estado de S. Paulo, em busca de oportunidades de trabalho; e imigrantes de Portugal e Espanha que fugiam das ditaduras locais, além de outros povos da Europa, como os italianos.
A Brasilândia foi loteada em 1947, a partir de terras da família Brasílio, mas antes disso já havia gente morando por ali, eram os remanescentes dos sítios e chácaras; e de outro loteamento, o Itaberaba, que em certos trechos ocupa parte da Vila Brasilândia de hoje. Existia ainda a Olaria da família Brugnera e seus empregados.
Os terrenos vendidos do loteamento Brasilândia, embora não fossem dotados de qualquer infraestrutura, além de ruas em barro, eram adquiridos com grandes facilidades de pagamento, inclusive com a doação de tijolos para estimular a construção das casas.
Outro elemento incentivador da ocupação do bairro, na mesma época, foi a instalação da Pedreira Vega que oferecia moradia a seus empregados e trouxe, assim, um considerável número de famílias para a região.

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Com as insistentes postagens de amigos, sobre o sumiço e a não localização do Marco histórico, alusivo ao pouso dos Expedicionários, no Largo da Matriz velha, rumo ao Paraguai, finalmente temos algo concreto.   leia mais...

A primeira linha de ônibus da Vila Brasilândia foi inaugurada em março de 1949, a Linha 121, conforme atesta a foto conseguida pelo editor Célio Pires com um morador do bairro, agora há registro de que a primeira linha oficial de ônibus que serviu a Vila Brasilândia foi a da CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos - a partir de 3 de março de 1958, com destino à região central. O ponto de ônibus era em frente à Paróquia de Santo Antônio de Vila Brasilândia.   leia mais...

Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Muitas dessas pessoas já se conheciam anteriormente, e ao chegarem à Brasilândia, em seu início, viviam como uma grande família. A grande maioria das casas eram construídas pelos próprios moradores, em regime mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais, e assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder foi registrado em 24 de janeiro de 1947 [documento...   leia mais...

Na década de 40 alguns sítios e chácaras de cana de açúcar foram se transformando em núcleos residenciais na região da Freguesia do Ó e um deles veio formar o bairro de Vila Brasilândia.
Na época, um dos sitiantes, Brasílio Simões, vendeu o seu sítio, onde produzia a Caninha do Ó, para empresa loteadora que criaria ali o loteamento Brasilândia. Por isso, o comerciante teve o um derivado do seu nome empregado na denominação do bairro.
O contrato de compra e venda das terras...   leia mais...

Vieram para Pirituba, o Lanifício Pirituba, em 1927 e a Companhia Anglo Brasileira de Borracha, inaugurada em 1929. Outro estabelecimento que divulgou o nome de Pirituba foi o Sanatório Pinel, inaugurado em 1929 pelo professor Antonio Carlos Pacheco e Silva.   leia mais...

O território de Pirituba abrange em sua maior parte, as áreas então ocupadas pelas Fazendas Anastácio e Jaraguá, além de pequenos sítios, que no início do século XIX despertou o interesse dos pesquisadores estrangeiros, a exemplo do que relata o inglês John Maew, em "Viagem ao Interior do Brasil", editado em 1813 na Inglaterra e o missionário norte-americano Daniel Kidder, que permaneceu em nosso país durante 3 anos, e pode relatar sobre a vida e o trato nas fazendas de nossa região.   leia mais...

As Marginais retificadas foram uma bomba de efeito retardado para bairros como a Freguesia do Ó e Pirituba, pois as antigas pontes de madeira foram demolidas no processo de retificação e as novas, de concreto, foram construídas em outros locais, já visando a construção das as avenidas de fundo de vale, como as atuais Edgar Facó e Inajar de Souza.   leia mais...

O bairro teve início em 1580, quando o bandeirante Manoel Preto, se instalou em uma fazenda, na Vila de São Paulo após 26 anos de sua fundação.   leia mais...

Segundo o site patrimônio histórico da Prefeitura de São Paulo, foi através dos Peabirus - caminhos utilizados pelos indígenas, que os portugueses se movimentaram da costa ao Planalto de Piratininga, onde construíram o Pátio do Colégio, dando início à cidade de São Paulo.
Um dos caminhos era o Caminho de Campinas ligava São Paulo aos pontos de exploração do ouro, na área do Jaraguá, e da produção de cana-de-açúcar, no interior. Era também usado para chegar ao sertão, para os estados de...   leia mais...

O território de Pirituba abrange em sua maior parte, as áreas então ocupadas pelas Fazendas Anastácio e Jaraguá, além de pequenos sítios, que no início do século XIX despertou o interesse dos pesquisadores estrangeiros, a exemplo do que relata o inglês John Maew, em "Viagem ao Interior do Brasil", editado em 1813 na Inglaterra e o missionário norte-americano Daniel Kidder, que permaneceu em nosso país durante 3 anos, e pode relatar sobre a vida e o trato nas fazendas de nossa...   leia mais...

Foi com a inauguração da estação da então São Paulo Railway Company, em 1º de fevereiro de 1885, é que Pirituba se firmou com posição destacada, graças a todos que acreditaram no seu futuro. Além da agricultura, os empresários também deram crédito ao nosso território.   leia mais...

O Conselho Diretor da primeira diretoria foi formados pelas seguintes pessoas: Conselho Diretor: Adilson Rodrigues, Alfredo Medeiros Spada, Ana Maria Garcez Henriques Ken, Antonio Carlos Lopes Alvares, Claudinei Cóscia, Denise Antonia de Freitas Neves, Elidio Gomes Pinheiro, Fausto Omar Assan, Frederico Gregio Filho, Gilberto Antonio Manteiga, João Batista de Lima, João Batista do Valle,
José Augusto de Mattos Lourenço, José Fernando Garcia Noronha, Luiz Sergio de Pádua Fleury, Manoel...   leia mais...

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