HISTÓRIA DOS BAIRROS

08/02/2019

Boiadas eram comuns na região

O advogado Nivaldo Godoy lembra que, até o começo da década de 1960, (ainda menino) viu boiadas na região, que era comum elas passarem por São Paulo, marchando por caminhos periféricos, como Pirituba, Cruz das Almas/ Freguesia do Ó.

- "A boiada vinha do interior do Estado e era desembarcada na Estação de Pirituba, da Ferrovia Santos-Jundiaí, antiga São Paulo Railway, onde seguiam margeando a linha de trens".

Nivaldo conta que presenciou o último estouro na região, que ocorreu pelos lados de Vila Cruz das Almas e adjacências: – "E se deu no final da tarde, horário em que os moradores operários voltavam do trabalho, uns a pé e outros de bicicleta. Foi um corre-corre geral, com pessoas se abrigando nas casas dos moradores, e nos poucos bares, armazéns e demais estabelecimentos comerciais existentes na Estrada do Congo - hoje Elísio Teixeira Leite, rapidamente tiveram suas portas de aço cerradas, para desespero daqueles que estavam fora, em busca de proteção".

Nivaldo lembra que "a área da casa de meus avós, Henrique Falavigna e Josephina Ida Pavani, ficou apinhada de gente. Os bois estavam enlouquecidos, e os boiadeiros mais ainda, para reuni-los em grupo e conduzi-los às chácaras da região..."

- "Com o cair da noite caiu, as pessoas em trânsito tinham medo do ataque de algum boi ainda perdido nos "pastões" do local. Os chacareiros também ajudaram na captura dos animais e boatos correram que alguns bois sumiram". Todos os créditos para Nivaldo Godoy

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Leia o relato completo em: http://twixar.me/XKs3

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