História Regional

Cogitou-se mudar o nome da Freguesia do Ó para Cidade Bandeirantes

Moradores e políticos locais cogitavam, na década de 60, mudar o nome da Freguesia do Ó para Cidade Bandeirante, o que felizmente não prevaleceu. Essa informação foi encontrada em documento que registrou fatos do bairro.

Em 1968 um grupo de alunos da Escola Estadual Jácomo Stávale, coordenados pelo professor Clovis Nataline de Oliveira, fez um levantamento sobre a história da Freguesia do Ó e registrou fatos daquela época no bairro, cuja brochura o editor da página teve acesso.

O nome de Cidade Bandeirante foi pensado para homenagear o fundador da Freguesia do Ó, o bandeirante Manoel Preto, entretanto, o nome deste é mais que controverso, já que foi um escravagista cruel e caçador de índio – conta o livro de Máximo Barro, a monografia Nossa Senhora do Ó – e que ele chegou a trazer do Sul do País, índios aprisionados pelos lábios. Preto morreu flechado em uma das escaramuças deste tipo – contou o historiador.

Esse grupo de alunos da EE Jácomo Stávale registrou , também, que, no Largo da Matriz Velha, havia uma cabine telefônica, com seis lugares e eram feito de 40 a 50 telefonemas por dia. Cada cinco minutos de telefonema custava 200 cruzeiros velhos.

A caixa d´água existente naquela época, no início da Av. Itaberaba, servia todas às casas do bairro – essa não era a caixa d’água em formato de taça, derrubada pela Sabesp, que num ato de insensibilidade, derrubou um dos símbolos mais conhecidos do bairro então.

O 28º Distrito Policial nessa época mantinha um departamento de guarda de menores, chamada de Guarda Pequena, que era coordenada pelo Cabo Oliveira, professor de ensino militar.

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