HISTÓRIA DOS BAIRROS

17/11/2016

Duas grandes figuras da Freg. do Ó: Joaquim Fernandes e João Abraão

O LÍDER JOAQUIM
FERNANDES
Falando em Freguesia do Ó, me veio a lembrança de dois homens maravilhosos que muito fizeram pelo bairro. Um deles foi muito famoso no bairro, na década de 1950, pois o mesmo era cabo eleitoral do PSP de Adhemar de Barros. Seu nome: Joaquim Fernandes, um português que era admirado por uns e odiado por outros, que eram seus adversários na política.
Seu Joaquim, como era conhecido, passou grande parte de sua vida trabalhando para melhoria do bairro e conseguindo favores para os seus moradores carentes. Cesta básica da LBA? Fale com o Joaquim Fernandes. Internação gratuita em hospitais? Falem com Joaquim Fernandes. Emprego? Falem com Joaquim Fernandes, pois ele é amigo do nosso governador, Adhemar de Barros...
E foi assim que ele trouxe para o bairro os ônibus da CMTC até o Largo da Matriz, o asfalto e os jardins, que até poucos anos atrás existiam no mesmo largo, uma fonte luminosa e o respectivo chafariz (que há muito foi destruído) e que ficavam bem em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó. Foi ele também que iniciou os primeiros festejos de aniversário do bairro, com festas e grande queima de fogos.

O VICENTINO
JOÃO ABRAÃO
Outro homem importante foi o João Abraão, fundador da Contábil Ozanam, um homem honesto, sério e querido no bairro, juntamente com seus filhos Alfredo, Abraão e Tarcisio. Seu Joanim, como era conhecido, era presidente dos Vicentinos e ajudou muita gente carente. Minha mãe foi uma delas, quando ficou viúva de meu pai e passou uns seis meses recebendo ajuda de alimentos dos Vicentinos, graças à atenção do bom João Abraão.
Ele também arrumou meu primeiro emprego, depois dos meus dezoito anos, na loja Roupas São Bento, na Avenida Ipiranga, 1882, esquina com a Cásper Libero, e bem em frente ao prédio onde funcionava a sede do São Paulo Futebol Clube (na época, ainda com seu campo de treinamento no Canindé).
E eu, corintiano fanático, acabei ficando sócio do São Paulo, e como havia promoção pela construção do novo estádio, paguei anuidade, pois um são-paulino me convenceu a ir treinar futebol no Canindé, o que durou pouco mais ou menos trinta dias (eu era bom demais...). Por causa desses trinta dias, tive que ser sócio do São Paulo por doze meses. Foi um grande estelionato esportivo.
Autor do texto: Arthur Miranda – Publicado originalmente em 08/10/2008 e recuperado pro Nivaldo Godoy. E-mail do autor: 27.miranda@gmail.com

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O Jardim Paulistano fica no alto da Vila Brasilândia (Zona Norte da Capital) e é confundido, muitas vezes, com a Vila Siqueira - um bairro que já nasceu com carência e seus moradores tiveram que se unir desde o princípio para obter melhorias e serviços públicos.   leia mais...

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O bairro teve início em 1580, quando o bandeirante Manoel Preto, se instalou em uma fazenda, na Vila de São Paulo após 26 anos de sua fundação.   leia mais...

Segundo o site patrimônio histórico da Prefeitura de São Paulo, foi através dos Peabirus - caminhos utilizados pelos indígenas, que os portugueses se movimentaram da costa ao Planalto de Piratininga, onde construíram o Pátio do Colégio, dando início à cidade de São Paulo.
Um dos caminhos era o Caminho de Campinas ligava São Paulo aos pontos de exploração do ouro, na área do Jaraguá, e da produção de cana-de-açúcar, no interior. Era também usado para chegar ao sertão, para os estados de...   leia mais...

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Foi com a inauguração da estação da então São Paulo Railway Company, em 1º de fevereiro de 1885, é que Pirituba se firmou com posição destacada, graças a todos que acreditaram no seu futuro. Além da agricultura, os empresários também deram crédito ao nosso território.   leia mais...

Com as insistentes postagens de amigos, sobre o sumiço e a não localização do Marco histórico, alusivo ao pouso dos Expedicionários, no Largo da Matriz velha, rumo ao Paraguai, finalmente temos algo concreto.   leia mais...

A primeira linha de ônibus da Vila Brasilândia foi inaugurada em março de 1949, a Linha 121, conforme atesta a foto conseguida pelo editor Célio Pires com um morador do bairro, agora há registro de que a primeira linha oficial de ônibus que serviu a Vila Brasilândia foi a da CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos - a partir de 3 de março de 1958, com destino à região central. O ponto de ônibus era em frente à Paróquia de Santo Antônio de Vila Brasilândia.   leia mais...

Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Muitas dessas pessoas já se conheciam anteriormente, e ao chegarem à Brasilândia, em seu início, viviam como uma grande família. A grande maioria das casas eram construídas pelos próprios moradores, em regime mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais, e assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder foi registrado em 24 de janeiro de 1947 [documento...   leia mais...

Na década de 40 alguns sítios e chácaras de cana de açúcar foram se transformando em núcleos residenciais na região da Freguesia do Ó e um deles veio formar o bairro de Vila Brasilândia.
Na época, um dos sitiantes, Brasílio Simões, vendeu o seu sítio, onde produzia a Caninha do Ó, para empresa loteadora que criaria ali o loteamento Brasilândia. Por isso, o comerciante teve o um derivado do seu nome empregado na denominação do bairro.
O contrato de compra e venda das terras...   leia mais...

Vieram para Pirituba, o Lanifício Pirituba, em 1927 e a Companhia Anglo Brasileira de Borracha, inaugurada em 1929. Outro estabelecimento que divulgou o nome de Pirituba foi o Sanatório Pinel, inaugurado em 1929 pelo professor Antonio Carlos Pacheco e Silva.   leia mais...

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