HISTÓRIA DOS BAIRROS

02/02/2017

Outros moradores vieram de Minas, interior e até do exterior

Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Muitas dessas pessoas já se conheciam anteriormente, e ao chegarem à Brasilândia, em seu início, viviam como uma grande família. A grande maioria das casas eram construídas pelos próprios moradores, em regime mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais, e assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder foi registrado em 24 de janeiro de 1947 [documento conseguido pelo jornalista Célio Pires, responsável pelo levantamento da história do bairro ]. A Rua Parapuã, na época uma estreita, começava à altura do número 2200 da Av. Itaberaba, onde hoje está a Igreja Santa Cruz de Itaberaba.
Uma pequena porteira servia de entrada para as vilas que se iniciavam. Grande parte da área que ladeava a embrionária Rua Parapuã, pertencia à Família Siqueira.
Com o intenso processo de urbanização na cidade a partir dos anos 40, a região Brasilândia também sofre grandes modificações. Os sítios foram desmembrados em pequenas vilas e grande parte foi adquirida por diversas companhias loteadoras, entre elas a Cia. Líder, que era ligada ao Banco F. Munhoz.
Na década de 60 ocorreu um grande fluxo de migrantes e imigrantes em direção à periferia do município de São Paulo, e em decorrência disto a Brasilândia - localizado na região noroeste da cidade de São Paulo e permeado pela serra da Cantareira - se tornou um dos bairros mais adensados da cidade, confundindo loteamentos com ocupações desorganizadas. (Donizete Fernandes)

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O Jardim Paulistano fica no alto da Vila Brasilândia (Zona Norte da Capital) e é confundido, muitas vezes, com a Vila Siqueira - um bairro que já nasceu com carência e seus moradores tiveram que se unir desde o princípio para obter melhorias e serviços públicos.   leia mais...

As Marginais retificadas foram uma bomba de efeito retardado para bairros como a Freguesia do Ó e Pirituba, pois as antigas pontes de madeira foram demolidas no processo de retificação e as novas, de concreto, foram construídas em outros locais, já visando a construção das as avenidas de fundo de vale, como as atuais Edgar Facó e Inajar de Souza.   leia mais...

O bairro teve início em 1580, quando o bandeirante Manoel Preto, se instalou em uma fazenda, na Vila de São Paulo após 26 anos de sua fundação.   leia mais...

Segundo o site patrimônio histórico da Prefeitura de São Paulo, foi através dos Peabirus - caminhos utilizados pelos indígenas, que os portugueses se movimentaram da costa ao Planalto de Piratininga, onde construíram o Pátio do Colégio, dando início à cidade de São Paulo.
Um dos caminhos era o Caminho de Campinas ligava São Paulo aos pontos de exploração do ouro, na área do Jaraguá, e da produção de cana-de-açúcar, no interior. Era também usado para chegar ao sertão, para os estados de...   leia mais...

O território de Pirituba abrange em sua maior parte, as áreas então ocupadas pelas Fazendas Anastácio e Jaraguá, além de pequenos sítios, que no início do século XIX despertou o interesse dos pesquisadores estrangeiros, a exemplo do que relata o inglês John Maew, em "Viagem ao Interior do Brasil", editado em 1813 na Inglaterra e o missionário norte-americano Daniel Kidder, que permaneceu em nosso país durante 3 anos, e pode relatar sobre a vida e o trato nas fazendas de nossa...   leia mais...

Foi com a inauguração da estação da então São Paulo Railway Company, em 1º de fevereiro de 1885, é que Pirituba se firmou com posição destacada, graças a todos que acreditaram no seu futuro. Além da agricultura, os empresários também deram crédito ao nosso território.   leia mais...

Com as insistentes postagens de amigos, sobre o sumiço e a não localização do Marco histórico, alusivo ao pouso dos Expedicionários, no Largo da Matriz velha, rumo ao Paraguai, finalmente temos algo concreto.   leia mais...

A primeira linha de ônibus da Vila Brasilândia foi inaugurada em março de 1949, a Linha 121, conforme atesta a foto conseguida pelo editor Célio Pires com um morador do bairro, agora há registro de que a primeira linha oficial de ônibus que serviu a Vila Brasilândia foi a da CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos - a partir de 3 de março de 1958, com destino à região central. O ponto de ônibus era em frente à Paróquia de Santo Antônio de Vila Brasilândia.   leia mais...

Somavam-se, ainda, famílias vindas do interior, em busca de melhores condições de vida.
Muitas dessas pessoas já se conheciam anteriormente, e ao chegarem à Brasilândia, em seu início, viviam como uma grande família. A grande maioria das casas eram construídas pelos próprios moradores, em regime mutirão, onde um vizinho era ajudado pelo demais, e assim, o bairro foi crescendo.
O primeiro loteamento em Brasilândia, a cargo da Cia. Líder foi registrado em 24 de janeiro de 1947 [documento...   leia mais...

Na década de 40 alguns sítios e chácaras de cana de açúcar foram se transformando em núcleos residenciais na região da Freguesia do Ó e um deles veio formar o bairro de Vila Brasilândia.
Na época, um dos sitiantes, Brasílio Simões, vendeu o seu sítio, onde produzia a Caninha do Ó, para empresa loteadora que criaria ali o loteamento Brasilândia. Por isso, o comerciante teve o um derivado do seu nome empregado na denominação do bairro.
O contrato de compra e venda das terras...   leia mais...

Vieram para Pirituba, o Lanifício Pirituba, em 1927 e a Companhia Anglo Brasileira de Borracha, inaugurada em 1929. Outro estabelecimento que divulgou o nome de Pirituba foi o Sanatório Pinel, inaugurado em 1929 pelo professor Antonio Carlos Pacheco e Silva.   leia mais...

O território de Pirituba abrange em sua maior parte, as áreas então ocupadas pelas Fazendas Anastácio e Jaraguá, além de pequenos sítios, que no início do século XIX despertou o interesse dos pesquisadores estrangeiros, a exemplo do que relata o inglês John Maew, em "Viagem ao Interior do Brasil", editado em 1813 na Inglaterra e o missionário norte-americano Daniel Kidder, que permaneceu em nosso país durante 3 anos, e pode relatar sobre a vida e o trato nas fazendas de nossa região.   leia mais...

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